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Rede Federal: ações de sustentabilidade buscam contribuir com economia e preservação ambiental

passosUma instituição não permanece atuante por mais de um século à toa. Além da preocupação com a qualidade do ensino, currículo, serviços ofertados e infraestrutura, é preciso acompanhar os anseios de cada momento histórico e ter o olhar voltado para o futuro. Assim é a Rede Federal, que segue alinhada com as grandes questões da atualidade e está somando esforços para contribuir com o meio ambiente e tornar-se referência no quesito sustentabilidade e passos largos já foram dados nessa direção

No Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) nasceu o IFSolar, iniciativa que garantiu a implantação de usinas fotovoltaicas destinadas à geração de energia solar na unidade. Por conta da ação, o Instituto está à frente do maior projeto para geração de energia solar do País. Com a licitação de painéis fotovoltaicos, via Regime Diferenciado de Contratação (RDC), foi possível viabilizar a aquisição de usinas solares para 82 campi dos Institutos Federais que aderiram à proposta.

A experiência do IFSULDEMINAS no processo compartilhado traz inúmeros benefícios para a rede, como custos reduzidos, otimização dos recursos públicos e ganho de escala, evitando que todos os custos do processo fossem repetidos em cada instituição que montasse uma licitação equivalente. Segundo o reitor, Marcelo Bregagnoli, o IFSolar foi um propulsor do programa EnergIF.

“Sustentabilidade, economia e preocupação com o meio ambiente sempre foram objetivos trabalhados na gestão do Instituto. A busca por energia limpa, reaproveitamento de materiais, captação e reuso de água de chuva, bem como a utilização consciente dos recursos públicos são uma realidade há vários anos aqui. Demos o start, com a compra compartilhada de usinas. A partir disso, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC) decidiu ampliar essa ação, que agora começa a entrar na fase de implementação”, explicou o dirigente do IFSULDEMINAS.

O projeto descrito acima vai instalar 20.172 painéis fotovoltaicos de 265 watts cada. A energia gerada conseguiria atender a uma cidade com cerca de 16 mil habitantes.

solar ifrnReferência em Pesquisa – Pioneiro na implantação, com a primeira instalação de placas em 2013, o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) atingiu a meta de levar usinas fotovoltaica de produção de energia elétrica a todas as suas unidades.

O IFRN, que já é reconhecido nacionalmente por ter uma das maiores usinas de produção de energia elétrica a partir da energia solar do País, deu um passo importante para se afirmar na área da pesquisa e da produção de tecnologia, com a instalação do Centro de Pesquisa em Energia Solar Fotovoltaica.

De acordo com o reitor do Instituto, Wyllys Farkatt, o objetivo do Centro é atuar em pesquisas para o desenvolvimento tecnológico e complementação da formação dos alunos. "Nosso objetivo é virar referência como produtores de inovação na área. Com as usinas de energia solar, já somos protagonistas”, enfatizou.

Com 21 usinas instaladas, de 2.139 kWp de potência, conectadas à rede da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), o IFRN economiza aproximadamente R$ 1,3 milhão por ano. Além disso, os equipamentos também são responsáveis pela neutralização da emissão de 28 toneladas de gás carbônico na atmosfera.

“Além das usinas fotovoltaicas, o IFRN possui o curso de Engenharia em Energia, no Campus Natal-Central, e o Tecnólogo em Energias Renováveis, no Campus João Câmara, o que nos capacita a apostar alto na pesquisa e produção de tecnologia na área", destacou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação do Instituto, professor Márcio Azevedo.

Ações que buscam conscientizar – Todo o investimento em equipamentos, medidas e pesquisas para economizar e preservar os recursos naturais não teriam tanto impacto se não viesse acompanhado de uma formação mais ampla. Assim, diversas ações de educação ambiental são desenvolvidas em vários campi da Rede Federal, a exemplo do que ocorre no Campus Paracuru do Instituto Federal do Ceará (IFCE).

Por lá, os estudantes do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, Licenciatura em Ciências Biológicas e técnico em Meio Ambiente executam o projeto Amigos do Mar. A iniciativa tem como objetivo a caracterização de resíduos sólidos descartados incorretamente nas praias e a promoção da educação ambiental no combate ao lixo marinho.

amigos do mar ifce 1

Uma das ações da proposta são os mutirões de limpeza, que envolvem vários públicos além dos alunos da instituição, como surfistas, pescadores, banhistas e grupos ligados preservação do meio ambiente. A ação já conseguiu retirar das praias de Paracuru quase 890kg de resíduos sólidos que foram descartados inadequadamente. “Para se ter uma ideia, foram coletadas 5.596 bitucas de cigarro em três mutirões e nove coletas mensais. Quem participa das ações, observa claramente o reflexo do Amigos do Mar em termos de conservação do ambiente marinho e das belas praias da região”, explicou a coordenadora do projeto Luciana Castro.

Além disso, o grupo promove atividades de educação ambiental, por meio de exposição itinerante construída com os resíduos sólidos coletados que são apresentados em escolas e eventos públicos da localidade. “Essa ação tem o intuito de conscientizar e sensibilizar a comunidade sobre os impactos que o lixo no mar pode gerar, estimulando a mudança de hábitos através de práticas sustentáveis”, pontuou a docente.

Rebeca Casemiro

Instituto Federal do Ceará (IFCE)

Com informações das Assessorias de Comunicação dos Institutos Federais do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) e do Rio Grande do Norte (IFRN)

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