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Conif participa de debate sobre rumos das universidades públicas

Nesta quarta-feira, 28/8, o reitor do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), Antônio da Luz Júnior, representou o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) no debate “Rumos das universidades públicas: autonomia universitária e financiamento público das instituições de ensino superior” – evento promovido pelo Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (UnB).

As discussões, em sua maioria, partiram do contexto do anúncio do programa Future-se do Ministério da Educação (MEC). Nesse sentido, além de apresentar o trabalho do Conselho, Antônio da Luz reiterou pontos já expostos pela Nota Oficial divulgada pelo Conif em 1º de agosto.

Segundo o dirigente, o colegiado busca direcionamentos em relação aos orçamentos de 2019 e 2020 para, então, reunir as comunidades interna e externa e oportunizar uma reflexão mais aprofundada. “Enquanto gestores, não temos condições de promover discussões mais aperfeiçoadas sobre a proposta que prevê um novo modelo para nossas instituições, sendo que o presente está sendo bastante prejudicado pelo contingenciamento de recursos”, declarou.

“O programa deveria ter sido construído com toda a comunidade acadêmica interessada e envolvida nas questões postas. Estamos buscando nos municiar de mais informações sobre o Future-se, por isso a participação nesses debates é importante. Ouvir diferentes pontos de vista vão fazer com que tenhamos mais conhecimento em relação ao assunto”, acrescentou.

Além do Conif, outros dois colegiados participaram do evento: a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e a Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB).

O secretário executivo da Andifes, Gustavo Balduíno, afirmou que os debates em relação ao programa do MEC devem amadurecer na esfera das universidades e também da Andifes, e observou que a complexidade da situação atual vai além do Future-se, abarcando, por exemplo, questões relativas a nomeações de reitores, dentre outras.

O representante da ADUnb, Cláudio Lorenzo, além de tecer considerações gerais e pontuais sobre a proposta da pasta educacional – como a contratação de Organizações Sociais (OS) –, expôs a situação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que nos últimos quatro anos perdeu cerca de R$ 1,1 bilhão em investimentos.

Em sua apresentação, a professora de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Esther Dweck mostrou dados comprovando que os valores destinados à Educação no Brasil não são absurdos nem destoam das somas de outros países na mesma área.

Os estudantes foram representados pelo presidente União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão. Ele sublinhou que as universidades públicas e os institutos federais são projetos que deram certo e apresentam resultados. O jovem defendeu um debate mais sério sobre o Future-se no campo acadêmico.

Bárbara Bomfim

Assessoria de Comunicação

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