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Documento sobre acesso, permanência e êxito será prioridade para o FDE nos próximos meses

Foram três dias para cumprir uma pauta extensa e dar encaminhamentos relevantes sobre ensino no âmbito da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Nesse contexto, os integrantes do Fórum de Dirigentes de Ensino (FDE) se reuniram na sede do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), de 27 a 29 de agosto, em Brasília.

Uma das prioridades do grupo é a elaboração de documento sobre o acesso, a permanência e o êxito na Rede Federal. Para isso, além de exposições e debates, os pró-reitores fizeram um diagnóstico e análise do assunto e anunciaram que, em dois meses, pretendem apresentar um esboço do que seria a “Política de Acesso, Permanência e Êxito na Rede Federal”.

“Nossa perspectiva é delinear uma política mais ampla do que apenas um programa e ações específicas. Criamos um grupo de trabalho (GT) que ficará responsável por uma minuta da proposta que desejamos apresentar no próximo encontro a ser solicitado para o fim do mês de outubro e, em seguida, submeteremos ao Pleno do Conif”, explicou o vice-coordenador do Fórum, Ricardo Cordozo, do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG).

A pauta da reunião incluiu ainda o tema: curricularização da extensão. Também foi instituído um GT sobre o assunto. A ideia é de que o FDE e o Fórum de Pró-Reitores de Extensão (Forproext) elaborem um documento único que sirva de referência para todas as instituições da Rede.

Dois outros tópicos também nortearam a reunião: reconhecimento de saberes docentes e formação de professores. Em relação ao primeiro, os pró-reitores – a partir da exposição de um projeto-piloto executado pelos Institutos Federais de Santa Catarina (IFSC) e Catarinense (IFC), trocaram experiências que servirão de base para que a discussão seja aprofundada no sentido de atender o que foi estabelecido em normativa legal.

Já no que tange à formação de professores, os presentes levaram uma tarefa para casa: fazer o levantamento da realidade em cada um dos seus respectivos institutos para que, de fato, se possa definir encaminhamentos com o propósito de atender o que prevê a Lei n° 11.892, de dezembro de 2008 (*).

A coordenadora, Maria Lucilene Acácio, do Instituto Federal do Acre (Ifac), considerou a reunião produtiva, destacando a capacidade de trabalho e organização de todos os envolvidos. “Alcançamos os objetivos que estavam previstos na pauta de forma satisfatória, mas as discussões continuam porque o FDE vive um momento importante de produção de documentos que possam auxiliar a Rede a pensar o ensino”, afirmou.

Outras demandas – O grupo vai elaborar outros documentos para contribuir com as discussões sobre os instrumentos de avaliação de cursos superiores de credenciamento e recredenciamento e também para ajudar no trabalho do GT Ensino Superior instituído pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Future-se – O Fórum criou um GT para discutir as propostas do programa anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) que sejam relativas às questões de ensino que impactem a Rede Federal.

(*) A Lei de criação dos Institutos Federais estabeleceu que, pelo menos 20%  das vagas dessas instituições, são para cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas na formação de professores para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional.

 

Bárbara Bomfim

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