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Aluno do Campus Juiz de Fora representa o Brasil em campeonato mundial de videogame

Já dizia o filósofo chinês Confúcio, lá por volta dos anos 500 a.c, “escolha um trabalho que você ama e nunca terá que trabalhar um dia sequer na vida”. Phelipe dos Reis Roberto, aluno do segundo ano do curso integrado em Eletromecânica do Campus Juiz de Fora, pode ser considerado um exemplo típico dessa teoria. Ele já tem seu plano de vida: quer fazer de seu lazer e habilidade em videogame uma forma de ganhar dinheiro. E para quem pensa que isso é papo de um jovem sonhador, se engana. Com apenas 17 anos, o estudante vai representar o Brasil em um campeonato mundial de videogames. Caso seja o campeão, embolsará um prêmio de 250 mil dólares.

No dia 21 de março ele embarca para Seattle, nos Estados Unidos, a convite da Microsoft para ações de divulgação do campeonato “Forza motorsport”. Ele e outros 23 jogadores em todo o mundo vão participar do evento. “Por conta do resultado do ano passado, fui convidado para fazer parte das ações de promoção do campeonato de 2018. Os organizadores já estiveram aqui em Juiz de Fora gravando meu perfil e a próxima etapa é a participação no evento”, explica Phelipe.

No último campeonato, ele se classificou em nono lugar e foi com todas as despesas pagas para Paris, na França. No resultado final, o jovem alcançou a 20ª colocação, mas ele disse que poderia ter ido bem melhor. “Meus pais, inicialmente, não autorizaram a minha participação. Com muita conversa, cederam, mas diante desse impasse, não pude treinar o suficiente. Para se ter uma ideia da correria, peguei meu passaporte três horas antes de viajar para Paris”.

Para este ano, ele promete um desempenho melhor. Está treinando bastante, mas sem perder de vista os estudos. Durante a semana, o foco é nas disciplinas do curso integrado. O videogame fica restrito aos sábados e domingos. “Meus pais me apoiam bastante, mas preciso ter esse compromisso”.

Phelipe pretende transformar o hobby em carreira e provar que games podem ser um grande negócio. Os chamados “pro-players” ganham a vida jogando, participam de competições, arrastam uma legião de fãs onde quer que estejam e movimentam milhões de reais em patrocínio, premiações e produtos licenciados. São como atletas comuns, mas focados no e-sport, o esporte digital. “Jogador de videogame é uma profissão. O prêmio deste ano do “Forza motorsport” é de 250 mil dólares. Muitas empresas apoiam e incentivam, fazem contrato e pagam salário. É o meu desejo”.

Fonte: Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais (IFSudeste MG)

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