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Projetos da Rede Federal lançam mão da ciência para o desenvolvimento de tecnologias assistivas

Luvas 2Das salas de aula aos mais diversos espaços escolares, a oferta de educação acessível e inclusiva é um dos compromissos das instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Não apenas nos processos de ensino como também em projetos de pesquisa e extensão, o desenvolvimento de tecnologias assistivas, de norte a sul do país, além de tornar a educação cada vez mais abrangente, também cumpre um importante papel ao minimizar barreiras que ainda dificultam a aprendizagem de estudantes com necessidades educacionais específicas.

Com esse objetivo, iniciativas inovadoras tomam forma na Rede Federal. É o caso de um protótipo de alta tecnologia desenvolvido por pesquisadores do Instituto Federal de Goiás (IFG), a partir do qual os gestos feitos pelo usuário são captados por uma luva capaz de converter os movimentos para textos escritos em português, inglês e várias outras línguas. O sistema de tradução bidirecional possibilita a visualização simultânea da mensagem no computador.

Voltado especialmente a facilitar a comunicação entre surdos e ouvintes, o projeto também conta com outra funcionalidade, em desenvolvimento, a fim de possibilitar o diálogo entre uma pessoa surda e outra cega. A partir do texto na tela do computador, um aplicativo faria a leitura oral da mensagem escrita. Com as duas frentes de trabalho da pesquisa, o projeto busca facilitar o diálogo dos surdos dos institutos federais com toda a comunidade acadêmica e externa, além de quebrar barreiras.

Desenvolvido desde 2014 e ainda em fase de expansão, a iniciativa deverá ser levada para todas as instituições federais de educação profissional e tecnológica do País por meio da distribuição de 50 kits do equipamento. Cada conjunto contará com um par de luvas bidirecionais, computador, aparelho Kinect, software tradutor e interpretador de língua de sinais.

Prótese de mão – No Sul do País, um projeto em desenvolvimento também alia ciência e tecnologias assistivas. No Campus Pelotas do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), uma prótese de mão acionada por sinais eletromiográficos tem sido desenvolvida com o objetivo de viabilizar uma prótese acessível a pessoas com a mão amputada, reduzindo custos.

Prótese de mão 2 Greice Gomes IFSul

Iniciada em 2018, a pesquisa feita na unidade trabalha em duas frentes: na construção da mão, impressa em impressora 3D, e no processamento de sinais biomédicos utilizados no controle das ações da prótese com comandos pré-definidos no computador.

Bolsista, o estudante Fernando Caldas ressalta a oportunidade de colocar em prática aquilo que foi aprendido em sala de aula e de trabalhar na solução de um problema da comunidade. “Foi incentivador e desafiador, até mesmo para me motivar no curso e ver que a engenharia é muito mais do que aquilo que se aprende em uma sala de aula”, completa.

QuimivoxQuímica para todos – Tornar a tabela periódica acessível para pessoas sem nenhuma ou com pouca visão. Esse é um dos focos de um trabalho que vem sendo desenvolvido na região Norte do País, mais especificamente no Campus Tucuruí do Instituto Federal do Pará (IFPA).

Como o próprio nome sugere, o Quimivox é voltado para o ensino de Química. Ele funciona a partir de um sintetizador de voz que faz a leitura das informações presentes na tela do computador. É uma ferramenta que possibilita aos usuários o acesso a várias informações sobre elementos químicos, viabilizando, assim, o estudo da tabela periódica para alunos com deficiência visual. E o trabalho vem se expandindo. Atualmente, estudantes e professores da unidade têm trabalhado na terceira versão do projeto, que abordará outros conteúdos da Química.

Até pouco tempo atrás, Alex de Oliveira era estudante do campus e um dos desenvolvedores do Quimivox. Hoje, ele é professor na área de Informática na própria unidade e permanece envolvido com o projeto. “Percebo que aprendo muito e isso contribui para a minha vida acadêmica e profissional, propondo uma forma de ensino na área de química às pessoas com deficiência visual, promovendo uma maior independência”, diz.

Roberto Cida e Dexter Foto Lucas Correa Agencia NSCAdestramento – Mas não são apenas as tecnologias digitais que se tornam aliadas da inclusão na Rede Federal. Os Centros de Formação de Treinadores e Instrutores de Cães-Guia implantados nos Institutos Federais Catarinense (IFC), do Espírito Santo (Ifes) e Goiano (IFG) formam profissionais para atuarem como especialistas em treinamento de cães-guia e como instrutores de duplas envolvendo a pessoa com deficiência visual e o animal.

De acordo com a equipe responsável pelo projeto no IFC – instituição da Rede Federal pioneira na área –, a formação busca aumentar o número de cães-guia em atividade no País e contribuir com a melhoria da qualidade de vida e da autonomia dos deficientes visuais. Para isso, a estrutura dessas unidades conta com alojamento, canil, maternidade, clínica veterinária e pista de treinamento.

Só no IFC, 30 duplas de cão-guia e pessoa cega já foram formadas, sendo que cada animal que conclui a formação é outorgado ao usuário. Além disso, outros 27 cães fazem parte, atualmente, do processo pedagógico da terceira turma do curso de Treinador e Instrutor Cães-guia em nível de especialização. A pós-graduação é voltada a pessoas que possuam nível superior em qualquer área do conhecimento.

 

Greice Gomes e Vitor Azocar

Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul)

Com informações das Assessorias de Comunicação dos Institutos Federais de Goiás (IFG), do Pará (IFPA) e Catarinense (IFC)

Polos de Inovação ampliam atuação da Rede Federal no desenvolvimento de ciência e tecnologia para o setor produtivo

Foto 4 Sistema de Codigestão Anaeróbica Modular IFFA indústria brasileira enfrenta diversos desafios cada vez mais complexos que vão além da eficiência e da competitividade, como a questão da sustentabilidade e uso racional dos recursos naturais aliados à inovação e a competentes processos de gestão. Nesse contexto, a aproximação da academia com o setor industrial pode gerar resultados positivos no desenvolvimento de ciência e tecnologia visando ao aumento da produtividade e à solução de problemas por meio de propostas inovadoras.

A união destas duas esferas, indústria e academia, tem sido uma realidade no âmbito da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, por meio dos Polos de Inovação (PI) dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs), fruto de parceria entre a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

Desde 2015, os Polos vêm, em conjunto com os setores produtivos de suas regiões, promovendo a melhoria de processos e produtos, o desenvolvimento de tecnologia, potencializando a geração de trabalho e renda, bem como aumentando a capacidade das empresas de competir, por intermédio da pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

De lá pra cá, já são nove unidades: Polo de Inovação Campos dos Goytacazes (IFF), Polo de Inovação Salvador (IFBA), Polo de Inovação Fortaleza (IFCE), Polo de Inovação Vitória (Ifes), Polo de Inovação IFMG, Polo de Inovação IF Goiano, Polo de Inovação IFPB, Polo de Inovação IFSC, Polo de Inovação IFSULDEMINAS. Cada um com uma área de atuação: tecnologias para produção mais limpa, equipamentos médicos, sistemas embarcados e mobilidade digital, metalurgia e materiais, mobilidade e sistemas inteligentes, tecnologias agroindustriais, sistemas para automação da manufatura, sistemas inteligentes de energia, agroindústria do café.

Foto 1 Polo de Inovação Campos dos Goytacazes CPDAE IFF

Em uma escala nacional, os PI estimulam o desenvolvimento da ciência e tecnologia dentro da academia por meio de seus pesquisadores e estudantes, com reflexos externos ao transformar esse conhecimento em produtos, processos e serviços inovadores para empresas atuantes no setor produtivo. Soma-se a isso, o fato de os IFs estarem localizados de forma abrangente pelo território nacional, bem como sua capacidade técnica, fazendo deles um parceiro estratégico não só para as indústrias, como também para a formação de profissionais com a cultura da inovação.

"Os Polos funcionam como um elo de ligação", ressalta Rogério Atem de Carvalho, diretor do Polo de Inovação Campos dos Goytacazes (PICG), do Instituto Federal Fluminense (IFF). "Você até tem os elementos separados: a pesquisa aplicada, independente dos Polos, e o setor produtivo fazendo suas inovações, mas a vantagem dos Polos é fazer esses elementos funcionarem juntos. Ou seja, ele traz a pesquisa aplicada, coloca os estudantes como atores junto aos pesquisadores, e faz entregas reais para o setor produtivo", afirma.

Rogério explica que entregar um produto real é bem diferente de uma pesquisa aplicada dentro de um laboratório. "Tem que fazer funcionar de verdade, então é uma experiência para o aluno, traz mais conhecimento para o pesquisador e o setor produtivo pode ter acesso a coisas novas que estão sendo desenvolvidas dentro das instituições de ensino, e tudo isso de maneira rápida".

Um dos primeiros PI autorizados a funcionar já em 2015, o Polo de Inovação Campos dos Goytacazes atua na área de Tecnologias para produção mais limpa com uma cartela de 15 projetos executados em parceria com empresas/indústrias nos últimos quatro anos, voltados para Redução, Tratamento e Reaproveitamento de Resíduos, Uso Racional de Recursos Hídricos e Eficiência Energética e Fontes Renováveis de Energia; e outros 22 projetos de pesquisa e desenvolvimento.

Foto 2 Protótipo desenvolvido realiza vídeo inspeção para concessionária de água e esgoto IFF

Entre as ações, está o projeto de Robôs de Exploração em parceria com a startup Roveq. O robô permite a realização de inspeções em áreas de difícil acesso, possui câmera à prova d'água e utiliza de configuração modular adaptável ao ambiente. O aparelho já foi utilizado em situação real pela empresa responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto do município de Campos dos Goytacazes-RJ, e possibilitou à equipe filmar e fotografar as paredes internas e as estruturas da galeria de águas pluviais, percorrendo uma tubulação de 800 mm de diâmetro, identificando o local exato e as condições para correção com o menor impacto na comunidade.

"O equipamento segue hoje em melhoramento contínuo, agora no laboratório da empresa", explica o empresário Thiago Rodrigues, que também é aluno de mestrado do IFF. "A parceria com o Polo de Inovação e os incentivos para projetos de PD&I foram fundamentais para os resultados alcançados em tão pouco tempo. Hoje temos a satisfação de retribuir à sociedade na forma de prestação de bons serviços, com geração de empregos baseados em uma tecnologia nacional desenvolvida em nosso município", acrescenta.

A aluna do Mestrado em Sistemas Aplicados à Engenharia e Gestão do IFF, Juliana Karl Araújo, fez parte do projeto, o que considera uma oportunidade para o seu desenvolvimento profissional. "Aprendi muita coisa nova e também pude colocar na prática os conhecimentos obtidos durante a faculdade. O projeto me permitiu vivenciar uma experiência muito semelhante com a vivenciada dentro de uma empresa: tínhamos contato com o cliente, requisitos a cumprir, prazos, e como se tratava de um projeto de inovação era um desafio novo a cada dia", relata.

Foto 3 Projeto começou a ser desenvolvido em 2018 IFF

Com 25 anos de funcionamento, a Agroindústria Guarujá, fabricante de queijos com mercado em Campos, Região dos Lagos, Niterói e Rio de Janeiro, procurou o PICG em busca de auxílio técnico, profissional e financeiro. A demanda regional resultou no projeto de Sistema de Codigestão Anaeróbica Modular para o reaproveitamento de resíduos derivados da produção de queijos e também dos dejetos de suínos para produção de gás e adubos.

Coordenador do trabalho, o professor do IFF Campus Itaperuna, Adriano Ferrarez, tem desenvolvido estudos nas áreas de energias renováveis e planejamento energético com o uso de biogás/biometano como fonte energética. “Aplicamos, no decorrer do trabalho, a tríade Ensino, Pesquisa e Extensão, que é guia da atuação do Instituto Federal Fluminense. Ao atender a demanda de uma pequena agroindústria, o projeto mostrou o papel estratégico do Polo de Inovação no desenvolvimento da região”, afirma.

 

Os Polos de Inovação também têm impulsionado a parceria em rede com visitas in loco e trocas de experiências entre as unidades. "No momento em que comemoramos os 110 anos da Rede Federal, os Polos juntam o novo com a tradição de estreita colaboração entre os partícipes desta rede e entre estes e a sociedade, trazendo novas e melhores oportunidades para nossos alunos e para a sociedade em nosso entorno", finaliza Rogério.

Foto 5 Visita do IFSULDEMINAS ao PICG

Saiba Mais:

A história dos Polos de Inovação começa em 2/12/2013, quando a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e a União, por intermédio do então Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (atual MCTIC), com a interveniência do Ministério da Educação (MEC), celebraram Contrato de Gestão, tendo por objeto a parceria para promover e incentivar a realização de projetos empresariais de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), voltados aos setores industriais, por meio de cooperação com instituições públicas e privadas de pesquisa científica e tecnológica.

Em seguida, em 30/12/2013, a Setec/MEC publicou a Portaria nº 1.291, que estabelece diretrizes para a organização dos institutos federais, incluindo aquelas para funcionamentos dos seus Polos de Inovação. Após o primeiro Edital Embrapii para seleção dos cinco primeiros Polos de Inovação e concluído o processo, em 13/8/2015, o MEC publicou a Portaria nº 819/2015 autorizando o funcionamento dos Polos do IFBA, IFCE, Ifes, IFF e IFMG.

Os bons resultados, tanto em termos de volumes financeiros dos projetos com o setor produtivo, quanto na obtenção de registros de propriedade intelectual e um maior adensamento tecnológico na formação dos alunos nos diferentes níveis, do técnico à pós-graduação, levaram a Embrapii, junto com a Setec/MEC, a promover uma segunda chamada, em 2017, que classificou as unidades do IF Goiano, IFPB, IFSC e IFSULDEMINAS. A partir de então, os novos polos se juntam aos pioneiros, num total de nove unidades, intensificando as atividades de PD&I na Rede Federal com suas expertises e experiências próprias.

Foto 1: O Polo de Inovação Campos dos Goytacazes atua desde 2015 em parceria com empresas da região – Crédito: CPDAE/IFF

Foto 2: Protótipo desenvolvido realiza vídeo inspeção para concessionária de água e esgoto – Crédito: Divulgação IFF

Foto 3: Projeto foi desenvolvido entre 2018 e 2019 – Crédito: Divulgação IFF

Foto 4: Trabalho de Codigestão Anaeróbica possibilitou reaproveitamento de resíduos – Crédito: Divulgação IFF

Foto 5: Equipes do IFF e do IFSULDEMINAS trocam experiências – Crédito: Divulgação IFF

 

Comunicação Social da Reitoria do Instituto Federal Fluminense (IFF)

Conferência sobre educação profissional na Rede Federal abre o 5º Seminário de Alinhamento do ProfEPT

phoca thumb l seminario profept 12Cerca de 170 professores e mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica em Rede Nacional (ProfEPT) participaram, na quarta-feira (6), da abertura do 5o Seminário de Alinhamento do programa, no Campus Cariacica. O evento faz parte do projeto de formação continuada da equipe do ProfEPT. A programação segue até sexta-feira (8) com palestras, mesa-redonda e apresentação de trabalhos de mestrandos de todo o Brasil.

A solenidade começou com uma apresentação da Orquestra Jovem do Campus Vitória. Em seguida, foi dado início à solenidade com a fala das autoridades presentes. O diretor-geral do Campus Cariacica, Lodovico Ortlieb Faria, deu as boas-vindas aos presentes destacando os resultados do ProfEPT: “nos sentimos honrados em receber o evento do programa que é orgulho da Rede Federal com expressivos resultados, apesar de jovem”, afirmou. A coordenadora-geral do ProfEFPT, Danielle Piontkovsky, lembrou do projeto audaciosos do mestrado. “É um programa em rede para estudar o que é realizado na educação profissional e tecnológica no país e propor inovações”, ressaltou. Ela ainda apresentou as quatro instituições recentemente associadas ao ProfEPT: os Institutos Federais do Piauí, de Roraima e do Amapá e o Centro Federal de Educação Profissional e Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG).

O presidente do Fórum dos Dirigentes de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Forpog), Arthur Pereira Frantz, reafirmou o compromisso do órgão com as atividades do ProfEPT. “Apoiamos a criação e agora o nosso desafio é manter o programa funcionando”, afirmou. O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação do Ifes, André Romero da Silva, ressaltou a função social do mestrado, que, na sua visão, “é agente transformador de muitas vidas, oferecendo o que há de melhor na educação profissional e tecnológica a sociedade”, disse. A diretora executiva do Ifes, Danielli Veiga Carneiro Sondermann, que também é docente do ProfEPT, encerrou a mesa de abertura salientando a abrangência do mestrado, que já está presente em todos os estados. “Muitas vezes, na nossa instituição, não temos a dimensão desse programa e sua importância. Em algumas instituições associadas, esse curso é a primeira oferta de pós-graduação stricto sensu”, afirma.

Após a mesa de abertura, a coordenadora-geral do programa apresentou alguns dados sobre o ProfEPT. A conferência de abertura foi apresentada pelo professor Eliezer Moreira Pacheco, ex-secretário de Educação Profissional e Tecnológica. Com o tema “Concepções político-pedagógicas da Educação Profissional e Tecnológica na Rede Federal: abordagens e desafios”, o professor falou sobre a concepção de criação dos Institutos Federais e do ineditismo desse modelo no Brasil. “Os Institutos são uma institucionalidade inédita na estrutura educacional brasileira. Eles são fruto de um país que começa a criar o seu próprio projeto, são o resultado de um debate democrático com os entes da Rede”, afirmou. O professor estava a frente da Setec no período em que os Institutos Federais foram criados.

Eliezer destacou ainda algumas características dos Institutos, como a oferta de licenciaturas. Segundo ele, a ideia era justamente que os cursos de licenciatura ficassem perto dos cursos integrados ao ensino médio, cursos de formação inicial e continuada e dos docentes. Outro ponto foi a atuação em rede, marcado pela instituição da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e que tem o ProfEPT como exemplo, uma vez que o mestrado é ofertado por 40 instituições associadas em todos os estados brasileiros.

ProfEPT
Coordenado pelo Ifes, o ProfEFPT foi idealizado pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). O mestrado é ofertado em rede nacional por 40 instituições federais presentes em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Atualmente, envolve 428 professores e, aproximadamente, 2 mil alunos. Saiba mais em: profept.ifes.edu.br.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes)

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