Institutos Federais são credenciados como polos de inovação

Para ampliar o desenvolvimento da pesquisa aplicada e a produtividade do parque industrial, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica passa a contar com mais quatro polos de inovação, ampliando o número de cinco para nove instituições contempladas. As novas unidades vão funcionar nos institutos federais Goiano (IF Goiano – tecnologias agroindustriais); da Paraíba (IFPB – manufatura); de Santa Catarina (IFSC – sistemas inteligentes de energia), e do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS – agroindústria do café).

O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, nesta quarta-feira, 6/9, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; o presidente do Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Pedro Wongtschowski; reitores de Institutos Federais, parlamentares e representantes de entidades ligadas à área da educação, da pesquisa e da inovação.

Mendonça Filho ressaltou o papel dos institutos federais na aproximação entre os setores educacionais e produtivos do País. “Durante muito tempo caminhamos de forma dissociada entre as áreas da inovação, da educação e, sobretudo, da produção. Nesse aspecto, os institutos federais contribuíram de forma decisiva para aproximar a formação técnica e profissional do setor produtivo”.

Os polos de inovação são vinculados a Embrapii, organização social que credencia unidades de pesquisa e desenvolvimento em todo Brasil. Além do Ministério da Educação (MEC), as ações também são financiadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Segundo o ministro do MCTIC, Gilberto Kassab, para que exista crescimento econômico no País é necessário que haja investimento em pesquisa, em ciência e tecnologia. “Essas instituições de relevância irão contribuir para que a gente possa avançar no desenvolvimento nacional”.

De acordo com a diretora de Relações Institucionais do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação, Profissional, Cientifica e Tecnológica (Conif), Maria Clara Kaschny Schneider, reitora do IFSC, a Rede é um grande potencial na pesquisa aplicada e está em constante harmonia com os arranjos produtivos locais. “Os polos de inovação em nossas instituições são o reconhecimento do trabalho que vem sendo realizado”, afirmou.

A previsão para o funcionamento das unidades é até o fim deste mês. O objetivo é que os primeiros projetos sejam aprovados no início de 2018.

Também contam com polos de inovação os institutos federais Fluminense (monitoramento e instrumentação para o meio ambiente); da Bahia (IFBA – equipamentos médicos); do Ceará (IFCE – sistemas embarcados e mobilidade digital), do Espírito Santo (Ifes – metalurgia e Materiais) e de Minas Gerais (sistemas automotivos inteligentes).

Atuação – A seleção dos institutos federais para o credenciamento como polos foi feita através da Chamada Pública Embrapii 01/2017. O eixo de cada polo de inovação foi determinado pelo potencial econômico regional e pela capacidade de gestão dos Institutos Federais.

 

Fonte: Portal do MEC – adaptada

 

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